O Atlas Geotérmico de Portugal foi desenvolvido através de um vasto trabalho de harmonização de parâmetros geotérmicos, cuja recolha em Portugal Continental se iniciou em 1982. Consiste num conjunto de layers cuja informação é essencial para a adoção de estratégias a nível nacional e regional e ainda de projetos relacionados com geoenergia, encontrando-se em permanente atualização. É, neste momento, constituído pelas layers:
1) Gradiente geotérmico: Mede o aumento da temperatura com a profundidade (média de 1°C a cada 30 metros). É crucial para estimar a profundidade de reservatórios térmicos. Citar como: Ramalho, E. C., Correia, A. & Patinha, P. (2015). Carta de Gradiente Geotérmico - Atlas Geotérmico. [Em linha], [atual. 2025]. Laboratório Nacional de Energia e Geologia, I.P. (LNEG). Disponível em
https://geoportal.lneg.pt/mapa/?Mapa=AtlasGeotermico; https://geoportal.lneg.pt/mapa/?Mapa=AtlasGeotermico&lang=en [Consult. data da consulta].
2) Densidade de fluxo de calor (DFC): É a grandeza fundamental que quantifica a energia térmica que flui do interior da Terra para a superfície. O seu cálculo baseia-se na condutividade das rochas e no gradiente de temperatura. Citar como: Ramalho, E. C., Correia, A. & Patinha, P. (2015). Carta da Densidade de Fluxo de Calor - Atlas Geotérmico. [Em linha], [atual. 2025]. Laboratório Nacional de Energia e Geologia, I.P. (LNEG). Disponível em
https://geoportal.lneg.pt/mapa/?Mapa=AtlasGeotermico; https://geoportal.lneg.pt/mapa/?Mapa=AtlasGeotermico&lang=en [Consult. data da consulta].
3) Zonamento da densidade de fluxo de calor. Citar como: Ramalho, E. C., Correia, A. & Patinha, P. (2015). Carta do Zonamento da Densidade de Fluxo de Calor - Atlas Geotérmico. [Em linha], [atual. 2025]. Laboratório Nacional de Energia e Geologia, I.P. (LNEG). Disponível em
https://geoportal.lneg.pt/mapa/?Mapa=AtlasGeotermico; https://geoportal.lneg.pt/mapa/?Mapa=AtlasGeotermico&lang=en [Consult. data da consulta].
4) Temperaturas a diferentes profundidades: Estimativas de temperatura para 250m, 500 m, 1000 m, 2000 m e 5000 m. Estes mapas permitem identificar o potencial para circuitos hidrotermais e reservatórios profundos e incorporam igualmente estimativas de produção de calor radiogénico.
Citar como:
Ramalho, E. C., Correia, A. & Patinha, P. (2015). Carta de Temperaturas a 250 metros de profundidade - Atlas Geotérmico. [Em linha], [atual. 2025]. Laboratório Nacional de Energia e Geologia, I.P. (LNEG). Disponível em
https://geoportal.lneg.pt/mapa/?Mapa=AtlasGeotermico; https://geoportal.lneg.pt/mapa/?Mapa=AtlasGeotermico&lang=en [Consult. data da consulta].
Ramalho, E. C., Correia, A. & Patinha, P. (2015). Carta de Temperaturas a 500 metros de profundidade - Atlas Geotérmico. [Em linha], [atual. 2025]. Laboratório Nacional de Energia e Geologia, I.P. (LNEG). Disponível em
https://geoportal.lneg.pt/mapa/?Mapa=AtlasGeotermico; https://geoportal.lneg.pt/mapa/?Mapa=AtlasGeotermico&lang=en [Consult. data da consulta].
Ramalho, E. C., Correia, A. & Patinha, P. (2015). Carta de Temperaturas a 1000 metros de profundidade - Atlas Geotérmico. [Em linha], [atual. 2025]. Laboratório Nacional de Energia e Geologia, I.P. (LNEG). Disponível em
https://geoportal.lneg.pt/mapa/?Mapa=AtlasGeotermico; https://geoportal.lneg.pt/mapa/?Mapa=AtlasGeotermico&lang=en [Consult. data da consulta].
Ramalho, E. C., Correia, A. & Patinha, P. (2015). Carta de Temperaturas a 2000 metros de profundidade - Atlas Geotérmico. [Em linha], [atual. 2025]. Laboratório Nacional de Energia e Geologia, I.P. (LNEG). Disponível em
https://geoportal.lneg.pt/mapa/?Mapa=AtlasGeotermico; https://geoportal.lneg.pt/mapa/?Mapa=AtlasGeotermico&lang=en [Consult. data da consulta].
Ramalho, E. C., Correia, A. & Patinha, P. (2015). Carta de Temperaturas a 5000 metros de profundidade - Atlas Geotérmico. [Em linha], [atual. 2025]. Laboratório Nacional de Energia e Geologia, I.P. (LNEG). Disponível em
https://geoportal.lneg.pt/mapa/?Mapa=AtlasGeotermico; https://geoportal.lneg.pt/mapa/?Mapa=AtlasGeotermico&lang=en [Consult. data da consulta].
5) Condutividades térmicas superficiais: Avalia a capacidade das rochas aflorantes para conduzir calor. É essencial para o dimensionamento de sistemas geotérmicos superficiais (bombas de calor). Citar como: Ramalho, E. C., Gonçalves, P. & Patinha, P. (2025). Carta das Condutividades Térmicas Superficiais de Portugal Continental, à escala 1:500 000 - Atlas Geotérmico. [Em linha]. Laboratório Nacional de Energia e Geologia, I.P. (LNEG). Disponível em
https://geoportal.lneg.pt/mapa/?Mapa=AtlasGeotermico; https://geoportal.lneg.pt/mapa/?Mapa=AtlasGeotermico&lang=en [Consult. data da consulta].
6) Capacidade térmica volumétrica superficial: Quantifica a capacidade do solo/rocha para armazenar calor. Este parâmetro é vital para prever como o terreno reage ao longo do tempo, quando sujeito a cargas térmicas. Citar como: Ramalho, E. C., Gonçalves, P. & Patinha, P. (2025). Carta da Capacidade Térmica Volumétrica Superficial de Portugal Continental, à escala 1:500 000 - Atlas Geotérmico. [Em linha]. Laboratório Nacional de Energia e Geologia, I.P. (LNEG). Disponível em
https://geoportal.lneg.pt/mapa/?Mapa=AtlasGeotermico; https://geoportal.lneg.pt/mapa/?Mapa=AtlasGeotermico&lang=en [Consult. data da consulta].
Para referência bibliográfica da totalidade do Atlas:
Ramalho, E. C., Correia, A. & Patinha, P. (2015). Atlas Geotérmico de Portugal Continental. [Em linha], [atual. 2025]. Laboratório Nacional de Energia e Geologia, I.P. (LNEG). Disponível em
https://geoportal.lneg.pt/mapa/?Mapa=AtlasGeotermico; https://geoportal.lneg.pt/mapa/?Mapa=AtlasGeotermico&lang=en [Consult. data da consulta].
Documentos de apoio:
Ramalho, E. C., Correia, A., 2006. Contributo para a caracterização térmica em Portugal Continental – Análise e processamento de dados geotérmicos compilados até 1996. Relatório interno do INETI, 31p.
http://hdl.handle.net/10400.9/6150.